Cores Primárias - Edição 11
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Rio de Janeiro realiza mostra de Fayga Ostrower e pode perder o Instituto criado em sua homenagem

Escrito por Margarida Nepomuceno. Posted in Exposições

        

Gravuras dos anos 60 e desenhos da artista Fayga Ostrower estarão sendo exibidos a partir do dia 18 de janeiro no Centro Cultural dos Correios, no Rio, na mostra “Diálogos”, em uma referência direta aos trabalhos de Alex Gama, expostos na mesma ocasião. Quem assina a mostra é o próprio artista em parceria com a filha de Fayga, Noni Ostrower, responsável com a família,  pela guarda do acervo da gravadora.

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Brasília despede-se da mostra retrospectiva de Maria Bonomi

Escrito por Margarida Nepomuceno. Posted in Exposições

Em maio parte dessa mostra irá para
a Maison de l´Amérique Latine, em Paris

 

                          Quem pensa em encontrar na mostra de Maria Bonomi , no CCBB de Brasília, uma retrospectiva cronológica de suas obras vai se deparar com uma concepção curatorial que busca em todo percurso cênico estabelecer uma relação intrínseca desde as suas primeiras xilogravuras produzidas na década de 50, até as matrizes de madeira, que deram origem as obras monumentais, instaladas em sua maioria, em locais públicos de São Paulo. Daí o título escolhido por Jorge Coli, curador da mostra: “Bonomi, entre a gravura e a arte pública”. O evento é patrocinado pelo Ministério da Cultura, Banco do Brasil e CESP, Companhia  Energética de São Paulo e contou com a produção executiva da Equipe Atelier Maria Bonomi e da 4Art Produções Culturais de Brasília.

                           Os referenciais cronológicos estão presentes à medida que o observador circula pelos diversos espaços expositivos do Centro Cultural, espaços internos, nas salas, e externos, onde se encontram, por exemplo, a escultura de elementos naturais denominada de “7 Horizontes do homem”,  ou o conjunto de homens de lata de alumínio com chapéus feitos de vidro de garrafas cujo título é “Metempsicose”, criação de 1996, ou ainda as esculturas gravadas em alumínio da série “Amor inscrito”, de 2010.

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Dores da Colômbia

Escrito por Margarida Nepomuceno. Posted in América Latina

revela uma outra faceta da obra de Botero


Masacre de Ciénega, 2001
óleo s/ tela, 158 x 2o1 cm

Até este final de semana, os paulistanos puderam apreciar a mostra itinerante do colombiano Fernando Botero, “Dores da Colômbia” , no Mube, Museu Brasileiro de Escultura, em São Paulo, composta de aquarelas, óleos e desenhos, pertencentes ao acervo do Museu Nacional da Colômbia. As obras, doadas em 2000 pelo artista, já foram expostas em vários países e cumprem uma decisão do Museu de serem exibidas em várias parte do mundo, como um alerta, uma denúncia da situação de violência em que vive a Colômbia. A Mostra anterior foi realizada no Rio de Janeiro, no 2º semestre de 2011.

 

“Dores na Colômbia” revela massacres, como o “Masacre de Ciénega”, de 2001,  e atos de violência, como sequestros, torturas, lágrimas e sangue. São seis aquarelas, 36 desenhos e 25 pinturas que representam um recorte diferenciado da obra do artista colombiano, cuja linguagem plástica recorrente revela ironia, sarcasmo  e visão crítica diante de personagens e situações do cotidiano.

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